Estamos a poucos dias dos Dia dos Namorados. Muita gente fica triste por não ter um relacionamento amoroso (ou por estar em um que não seja realizador, pleno e satisfatório). Qual destas situações é a sua?

  • você está em um relacionamento satisfatório e vai comemorar;
  • você está em um relacionamento satisfatório mas acha bobagem comemorar – prefere as datas pessoais do namoro/casamento;
  • você está em um relacionamento mas seu par acha total bobagem valorizar a data;
  • você está só e fica mal, achando que todo mundo está se divertindo e só você que não;
  • você está só, mas super bem, achando que existem coisas mais valiosas na vida, que Dia dos Namorados é só mais uma data comercial e que a qualquer momento pode surgir alguém interessante (ou não, também)
Photo by Scott Webb on Unsplash

Há vários posts neste blog sobre relacionamentos amorosos, praticamente um para cada uma das opções acima. Alguns tratam das crenças românticas e sobre como elas atrapalham. A comunicação do casal também recebeu bastante atenção, pois pode ser a causa do fim de um relacionamento, apesar de ainda haver amor. Alguns filmes românticos   contribuem para algumas destas crenças irreais sobre os relacionamentos –  como, por exemplo, que não é preciso fazer nada ou falar nada para que o romance dê certo. A pessoa “certa” adivinhará todos os pensamentos e fará todas as vontades. Infelizmente algumas pessoas acreditam nisto e emendam relacionamentos por acharem que não encontraram a relação ‘ideal’.

O link acima indica filmes mais antigos mas, se você lembrar de algum filme mais recente, mande a dica para que possamos atualizar.

Namoros na época dos aplicativos

Os relacionamentos amorosos passaram pela revolução  digital.  As agências de encontros perderam público para os sites de relacionamento, no início da internet, e hoje há vários aplicativos de smartphone – como Tinder e Hppn – que apesar de aumentarem a possibilidade de conhecer gente  não podem garantir  satisfação amorosa. Os vínculos não parecem  mais fortes – por N razões que são debatidas em outros posts aqui.  

Muitas pessoas se sentem frustradas após algumas tentativas e desistem de continuar a procura. Principalmente quando se empolgam no primeiro ‘date’ e a pessoa desaparece ou não se mostra interessada em marcar o segundo.  Se este for seu caso, confira o que  psicólogo Guy Winch aponta como  razões para não haver o segundo encontro. E, se for o caso, repense suas expectativas, seja flexível e pense nos seus valores e em como você age de forma compromissada, aproximando-se ou se afastando deles. 

Seus comentários são bem vindos. Conte o  o que você pensa sobre a data e se planeja algo para esta quarta-feira. E se você quer saber como ser uma pessoa mais realizada, com a sua vida, como um todo, considere começar um processo de psicoterapia, expandindo a sua visão de mundo. 

Thays Babo é Mestre em Psicologia Clínica pela Puc-Rio, com formação em TCC pelo CPAF-RIO e extensão em Terapia de Aceitação e Compromisso pelo IPq (USP). Atende a jovens e adultos em terapia individual, pré-matrimonial ou de casal, em Copacabana

Dia dos Namorados – e você, como está?

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