Filmes românticos  são lucro garantido para a indústria cinematográfica, se o roteiro e o diretor seguirem a cartilha direitinho. Para ajudar aos românticos de plantão esta semana, montei uma  listinha dos filmes ‘hidromel’ que fizeram e fazem muitas mulheres suspirarem – enquanto seus namorados reclamam horrores.

Você logo vai perceber  que a lista não está em ordem alfabética ou cronológica e sim de lembrança. Associações livres… 🙂




Meg Ryan – sim, ela merece que se crie uma categoria à parte, pois atualizou e popularizou o gênero, a partir dos anos 80

Harry e Sally, feitos um para o outro – apesar do desserviço prestado às amizades entre homens e mulheres, a cena da lanchonete é imperdível. Ela merecia um Oscar por esta cena – chegou a concorrer  a alguns prêmios, mas não levou…
Sintonia de Amor – contracena com Tom Hanks, filme “fofo”.

Surpresas do Coração- Encarna perfeitamente o estereótipo da americana neurótica, certinha. Grande contraponto ao magnífico Kevin Kline, como francês, entediado e blasé.

A lente do amor – com Matthew Broderick.

Mensagem para você – outro filme em parceria com Hanks, deve ter gerado profunda identificação com  o pessoal que se conecta nas salas de bate-papo. Aliás, ainda existem?


Hugh Grant (ele também merece uma categoria só pra ele)



Notting Hilluma cena aí de cima, contracenando com Julia Roberts.


4 Casamentos e um funeral –
o levantamento dos parceiros que Andie Mc Dowell faz e a sua cara de pateta valem o filme. A cena do funeral também…


Um grande garoto –
Os críticos que me perdoem listá-lo aqui, não seria exatamente comédia romântica mas… seu papel tem traços cômicos.

9 meses – para casais grávidos

Amor à segunda vista. Uma bobagem completa e a melhor cena, que está no trailler, não aparece no filme.

Simplesmente amor – Neste, Hugh Grant está com um elenco maravilhoso, em várias historinhas que se cruzam. Muito interessante.

Confesso que o  prefiro como mau caráter em Bridget Jones 1 ( e na primeira parte de Um grande garoto), acho que ele trabalha atua bem melhor… 🙂

Miscelânea – filmes que não encaixei em nenhuma categoria acima, mas são leves e fáceis de digerir.

Enquanto você dormia – com Sandra Bullock. Outro filme ‘fofo’. Ah, e  ela também está  em A Casa do Lago (com Keanu Reeves).

Melhor impossível – Jack Nicholson e Helen Hunt saíram Oscarizados por esta divertida comédia. Que, de quebra, mostrou como é difícil o relacionamento com um portador de transtorno obsessivo compulsivo e ajudou muita gente a se reconhecer nos sintomas.

Alguém tem de Ceder – elenco ótimo, aí incluído de novo Mr. Nicholson Mas o final, pra mim, é revoltante, apesar de previsível.

Uma linda mulher – a cena abaixo faz todas as mulheres suspirarem. Pelo contexto, pelo parceiro, pela impossibilidade de isto acontecer com a maioria das mortais… enfim…


Ele não está tão a fim de você – escrevi um post só sobre ele e o livro que deu origem ao filme. Ou melhor, a série que deu origem ao livro, que inspirou o filme… 😉

Dez coisas que eu odeio em você – releitura do clássico “A megera indomável”, de Shakespeare, tem Heath Ledger em início de carreira.

Amor aos pedaços – Não tão famoso, mas merece uma conferida pelos fãs do gênero.

Como perder um homem em dez dias – ótima crítica aos artigos das revistas femininas, Kate Hudson e Mathew McConaughey têm uma boa liga – que até tentaram repetir em outro filme, mas acho que não com tanto sucesso…

Casamento Grego – Interessante para conhecer uma cultura bem diferente da nossa, mas que deu origem a ela…


Improváveis de acontecer na vida de qualquer um

Só você – Lindinho, com Robert Downey Jr e Marisa Tomei, passeando pela Itália. Mas depois, não esqueça de acordar! Infelizmente, não o encontro em DVD.

Escrito nas estrelas – Detestei este. Quem chuta a sorte merece perdê-la para sempre, rsrsrs, ou não? Torci contra a mocinha idiota, interpretada por Kate Beckinsale. John Cussack poderia ter escolhido outro filme para estrelar…

Não que eu tenha algo contra filmes  que só se propõem a divertir ou iludir. Como espectadora, às vezes entro nesta de dar um descanso à mente. Como psicóloga, acredito bastante no impacto da arte no imaginário. Pesquisas indicam que há uma relação entre o número de  suspiros e a quantidade de gente que deixa a sala escura  acreditando que dá pra reproduzir, na vida real, o que se viu representado  nas telas de cinema. Ou, pior, que se deprime quando constata que não é bem assim…

Então, confesso que não resisti e listei, ‘pedagogicamente’,  filmes realmente bons sobre relacionamentos amorosos, com ‘sustança’. Mais do que simplesmente diversão, provocam a reflexão  sobre os relacionamentos reais, e as dificuldades que se tem para vivenciá-los. Sartre dizia que “o inferno são os outros”, será que ele tinha mesmo razão?

No final das contas, a  lista ficou bem eclética. Passa por clássicos, inclui  pérolas sobre o amor – e não necessariamente amor romântico: o amor de verdade, vivenciado cheio de vícios e defeitos, ou puro, incondicional. A escolha é sua! 😉

Antiguidades imperdíveis

Casablanca – há controvérsias sobre a decisão de Ilsa, mas…

Jules e Jim – Para casais cabeça, que já passaram dos estágios iniciais de namoro…

Sabrina – Este filme tem duas versões. a primeira, com Audrey Hepburn, Humphrey Bogart e William Holdem, inspirou uma novela, nos anos 70: Carinhoso, com Regina Duarte, Claudio Marzo e Marcos Paulo. Sabia? Na 2ª, Julia Ormond, Harrison Ford e Greg Kinnear. Não tinham a mesma química, mas… tem gente que não gosta de filme em preto e branco… 🙂

Cult

Assédio – uma maravilha de Bertolucci, talvez seja o que melhor retrate o amor incondicional

Fale com ela – Almodóvar se superou neste filme, que trata do amor de Benigno (que um grande amigo chamou de “Maligno”)

Lua de fel – para amores doentios e imprevisíveis.
Mentiras sinceras – filme inglês, mexe na ferida de muitos casais. Aliás, talvez casais brasileiros não mantivessem aquela fleugma…
Closer – Muita gente, que foi atraída pelo elenco estelar, o considera  pessimista, mas tem ótimos diálogos e traz boas reflexões sobre a sinceridade e o perdão em um relacionamento. No caso, vários ao mesmo tempo e agora.

Os coadjuvantes superam os protagonistas. Muito bom. O único problema foi ter inspirado a louca da Ana Carolina a traduzir a belíssima “The Blower´s Daughter” e inventar “É isso aí”. Merecia um processo.

Antes do amanhecer & Antes do por do sol – Caso não tenha  assistido, veja nesta  ordem. Não é recomendado para casais que não gostem de DR.

Uma relação pornográfica –  não é nada disto que você  está pensando!!! 🙂 o filme é de uma delicadeza fantástica!!! E a atriz foi premiada em Veneza.

Sexo por compaixão –  Apesar do título, não é nada disto que você  está pensando!!! (2) 🙂  Filme mexicano, surpreendente e sensível.

Pecados íntimos – Por este filme,  Kate Winslet já merecia um Oscar.

Por hoje é só, pessoal. Talvez eu volte aqui depois com outros filmes (como deixei de fora Woody Allen, você pode  estar se perguntando. Pois é, eu volto!)

Se lembrar de algum, compartilhe!

Como o pessoal já está compartilhando as dicas, confira os comentários de quem já passou por aqui…

Sugestões para o final de semana prolongado: 1) Para ver e curtir; 2) Para ver e refletir
Classificado como:        

25 comentários sobre “Sugestões para o final de semana prolongado: 1) Para ver e curtir; 2) Para ver e refletir

  • 08/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Adorei a lista!

    Como ando muito nostalgica, acrescentaria dois clássicos do cinema romantico.
    Verão de 42 e Love Story. Ambos imortalizados por suas trilhas sonoras.
    Em Love Story ainda foi dita a célebre frase: “Amar é não ter que pedir perdão” .

    Ai o amor……

    Entrando no mundo “moderninho” acrescentaria na lista o Vicky Cristina Barcelona.

  • 08/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Puxa vida, como pude me esquecer de As Pontes de Madison. SENSACIONAL!

    Aposto que ainda vou me lembrar de vários ….

  • 08/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Ah, sim “As pontes de Madison“, que angústia que dá ! O verão de 42 é o que recebeu em português o título de “Houve uma vez um verão?”, do menininho? E acredita que não assisti à Love Story? Que falha na minha cultura cinéfila, rsrsrs. Eu jurava que a frase era daquelas tirinhas que saíam em O Globo (Amar é…). Com esta sugestão, você me lembrou do outro clássico: Romeu e Julieta – que deixei de fora também.

    Vicky Cristina Barcelona é excelente mas, apesar de engraçadinho, eu o colocaria na linha dos pessimistas, junto com Closer (se bem que não criei a categoria, hmmm). Mas eu escrevi um post inteiro sobre ele, que está ainda online: http://www.analista.psc.br/blog/?p=99

    Beijos, obrigada pelas sugestões, volte sempre!

  • 08/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Categoria Hugh Grant: Não pode faltar “Um lugar chamado Nothing Hill”.
    “Casamento do meu melhor amigo” é uma comédia romântica e tem algo, digamos, autobiográfico, que pra mim é quase catastrófico!!! Mas o filme é ótimo!
    “Closer” é a beira do abismo: é lindo!!!
    Sim, e como os 80’s podem negar as origens e “Lagoa Azul”? rs

  • 08/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Olá!

    Então, muito boa essa lista… Por algum desvio de caráter, gosto de todos esses filmes – inclusive “Escrito nas Estrelas” (Kate Beckinsale!!!) e “Só Você” (pelas citações a “A Princesa e o Plebeu”)… “Sintonia de Amor”, pra mim, é coisa fina, cinema de alto nível, algo da classe de um Billy Wilder. Gosto bastante dos filmes ingleses da Working Title (“Simplesmente Amor”, “4 Casamentos e 1 Funeral”, “Notting Hill” – Hugh Grant é o cara!).

    Ausências: “Manhattan” e “Annie Hall”, do Woody Allen; um box da Audrey Hepburn (“A Princesa e o Plebeu” e “Bonequinha de Luxo”, no mínimo, devem fazer par com “Sabrina”); comédias românticas do Billy Wilder (minhas preferidas são as com o Jack Lemmon e a Shirley McLaine, como “Se Meu Apartamento Falasse” e “Irma La Douce”). Na linha “chick flick” descarado, eu citaria “Nosso Amor de Ontem”, com a Barbra Streinsand e o Robert Redford. E o “Romeu e Julieta” do Bertolucci é item obrigatório na formação sentimental de qualquer adolescente…

    E a melhor comédia romântica de todos os tempos, na minha humilde opinião (aliás, provavelmente só para mim mesmo), é relativamente pouco conhecida: “Descalços no Parque”, com Robert Redford e Jane Fonda (1967, os dois muito novos e no auge da beleza e carisma).

    Em tempo: “Encontros e Desencontros”. Melhor papel feminino dos últimos dez anos. Ou não?

    Thays, ótima lista! Vou preparar uma para publicar no meu blog. Levarei a sua em consideração!

    Um abraço,
    Ricardo

  • 08/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Parabéns pelo blog Thays. Mas, por enquanto só consegui ler o começo que está bem legal. Claro que já vi a maioria dos filmes listados. mas para mim são apenas diversão. Às vezes me fazem pensar um pouco, mas ainda assim é difícil tirar alguma lição deles que se aplique ao meu “modus vivendi”… A realidade/situação apresentada nos filmes é muito diferente da minha.

  • 08/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Valeu, Haroldo. Pode acreditar que a situação dos filmes é muito diferente da vida da maioria, e é por isto que fazem tanto sucesso: são ótimos pra sonhar, não?
    Obrigada pela participação e, se tiver um tempinho, veja os outros temas também.

  • 08/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Ricardo, lá no finalzinho eu disse que faltava Woody Allen, e que eu voltaria… rsrsrs
    Aliás, também estou em falta com o cinema nacional: não coloquei nada – e daqui a pouco vão me condenar por isto…
    Outra falha – esta você apontou : não destaquei tanto os filmes mais antigos (clássicos mesmo). Quanto ao Romeu e Julieta eu já tinha lembrado e aparece na minha resposta ao comentário da Myrthes.
    Eu não vi “Descalços no Parque“, pelo que você diz, é um pecado mortal! Tá bem, vai entrar para a minha lista de “must see“. Em breve, visito seu blog, fiquei curiosa com a sua lista.
    Gostei bastante de “Encontros e desencontros” mas… melhor papel feminino nos últimos 10 anos? Caramba, meio forte, vou pensar…

    Até breve,

  • 08/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Notting Hill está lá, Claudia! Quanto ao “Casamento do meu melhor amigo“, não achei que Julia Roberts e Dermot Mulroney tivessem liga. E fiquei com raiva dela, pelas tentativas desesperadas, meio fora de hora.
    Gostei mesmo do Rupert Everett que, pra mim, roubou as cenas!
    Ah, a Lagoa Azul… sim, belo filme, lindo casal, lugar paradisíaco mas… acho que caberia mais na sessão “Pedagógicos”, né não?
    rsrsrs
    Beijos

  • 08/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Concordo: Julia Roberts e Dermot Mulroney não deu liga. Filme romântico com menos “pegada” de todos os tempos. Não entendi o sucesso dele…

    Aguardo a lista do Woody Allen! (Pra mim, é tipo assim… todos!!! O melhor para o Dia dos Namorados é “Todo Dizem Eu te Amo”… classudo, engraçado, eufórico e com aquela cena do baixinho e da Goldie Hawn dançando na beira do Sena…)

    Abs,
    Ricardo

  • 08/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Ricardo, o sucesso pra mim de “O casamento do meu melhor amigo” foi por causa da música tema. E do Rupert.

    Poxa, eu preciso mesmo rever TODOS os do Woody Allen. E ver alguns que não vi (ops, nem era para confessar em público, mas…). Não tem todos em DVD ainda, né? Queria muito rever Desconstruindo Harry, um filme e tanto para psis.

    Pensando aqui, como você já deu a ideia de quebrar por temas, que tal criar esta lista, hein, Ricardo???

  • 08/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Olá Thays!
    Primeira vez que leio o seu blog e já simpatizei com seus textos
    (principalmente porque concordo plenamente com o assassinato que a Ana Carolina fez com a música do Closer “é isso aí…”)
    Também concordo com os subgêneros Hugh Grant e Meg Ryan, só acrescentaria outro ícone que, na minha opinião, está ganhando espaço no gênero: Drew Barrymore, em especial “Letra e Música” e “Amor em Jogo”.
    Da sua lista, são epeciais para mim: Closer, Assédio e Alguém tem de Ceder.
    E, da linha “romance sério com final triste”: Amor a Flor da Pele do Kar Wai.
    Beijos.
    Carlos.

  • 09/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Oi, Carlão, aquela versão da música realmente é … bom, melhor deixar pra lá, nem tentar definir. Falemos de coisas mais agradáveis. Ah, sim, Drew Barrymore merece destaque. Tem um filme que acabei deixando de fora, talvez se eu tivesse aberto uma categoria “FOFOS”: “Como se fosse a primeira vez“, em que ela está muito bem, apesar do Adam Sandler – não, não tem como eu gostar dele, rsrsrs…
    No recente “Ele não está tão a fim de você” adorei a participação dela. Se ainda não viu (duvido!) confere , acho que aparece no trailler do filme (postei há umas semanas sobre ele…)

    Assédio é demais, mesmo, vejo , revejo e me emociono sempre.
    Quanto a este do Kar Wai, não assisti… Mais uma falha detectada, rsrsrs, vou tentar corrigir!
    Volte sempre!

  • 09/06/2009 em 16:24
    Permalink

    na parte do Hugh Grant, você esqueceu o Letra e Música! Eu sei que você gostoooooooou… E o filme é uma gracinha <3

    “Antes do amanhecer & Antes do por do sol”; nãaaaaaaaaaaaao. Mãe, só você chora nesse filme UHSAUHSA é o filme mais chato do mundo. E nem vem com aquela conversa de “é pq vc nunca viveu isso” pq vc já sabe, né?

    Tá, FIZ MINHA LISTINHA TAMBÉEEEEEEEEEEM HIHI
    não sei como vc esqueceu, mas MOULIN ROUGE é o filme mais lindo da minha vida, chorei horrores. Então TEM que entrar na lista. Tem THE NOTEBOOK (O Diário de Uma Paixão) que eu chorei à beça tb DD: mas é lindi.
    Já numa categoria mais animada entra Grease hiih 🙂

  • 09/06/2009 em 16:24
    Permalink

    É mesmo, Lul, não coloquei os musicais! Esquecer Moulin Rouge foi um pecado, mas Grease… não acho que seja tão romântico assim. Mas, ok, tá valendo a indicação.

    Quanto ao Letra e Música (o Carlão citou aqui em cima), tá anotado também. Mas não é daqueles que eu vejo e revejo espontaneamente… a cena que lembro melhor é o da Shanti, Shanti!

  • 09/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Ah, desses aí que você citou, só assisti Enquanto Você Dormia, Uma Linda Mulher e Sabrina. Ah, tem o Closer também, mas esse eu detestei. Eu só curto filme beeeem meloso e com final feliz! rss!
    😉

  • 09/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Adorei, Thays. Citaria ainda Bonequinha de Luxo, para amores complicados e desconfiados, um pouco amargo. Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, para quem acha que depois do término a relação não valeu a pena e se arrepende de ter começado a relação. Também não gostei de Escrito nas Estrelas (Risos!).Grandes Esperanças, uma graça. Apesar de trágico, Romeu e Julieta, né gente? rs. Apenas uma Vez e Encontros e Desencontros, também uma forma de romantismo embora diferentes. Nesse feriado eu quero assistir algo que fuja a esse tema: Taxi Driver. Vejam também Les Chansons D’amour.

  • 10/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Monica, nesta lista o que não falta é final feliz. Pode assistir a todos os do Hugh Grant e Meg Ryan, sem sustos!
    beijos!

  • 10/06/2009 em 16:24
    Permalink

    David, como fui esquecer o Brilho Eterno… ? um dos meus filmes favoritos!!!!!!!!!Imperdoável!!! Adoro o roteiro e é com a minha atual atriz favorita.
    De Romeu e Julieta eu lembrei – um pouco atrasada, é verdade, mas tá lá na resposta aos comentários dos visitantes.
    Outro comentador (ou comentarista???) também lembrou do Encontros e Desencontros. Engraçado que eu gostei do filme mas ele não me veio espontaneamente, não o acho tão romântico… Este Apenas uma vez acaba de entrar aqui pra minha listinha!
    Valeu!

  • 10/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Meg Ryan, sempre!! Agora, um que acho que deve estar na lista é Cidade dos Anjos. LINDO!
    Hoje vi um com ela que também pode ser considerado: “Mais do que você Imagina”. Com Antonio Banderas. Água com açucar, mas com Meg Ryan! rs…

  • 10/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Sim , Cidade dos Anjos… mas o outro , com Banderas eu não vi… mais uma dica anotada

  • 11/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Thays,
    Algumas contribuições. Na linha comédia romântica senti falta de “jogo de amor em Las Vegas” (com Cameron Diaz) e de “antes só do que mal casado” (com Ben Stiller), ambos engraçadinhos. Na linha mais realista (ou pessimista, ou uma nova categoria tipo “qualquer maneira de amor vale a pena”), acrescentaria “os sonhadores” (do Bertolucci), além de “closer” (o que mais gosto – pelos diálogos e pelo final – e que foi lembrado) e alguns clássicos como “a insustentável leveza do ser” e “último tango em Paris”. Esquecer o glorioso cinema nacional, é imperdoável… sugiro iniciar a lista com o genial “Dona Flor e seus dois maridos”, “Primo Basílio” (a versão cinema, que dá de 10 na televisiva) e “eu sei que vou te amar” (o filme é uma DR, mas é interessante, apesar do final tosco do “polvo unido jamais será vencido”… bem característico do Jabour).
    Vlw!

  • 11/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Allain, tenho lembrado de tantos outros filmes… Deixei de fora O último tango e também relembrei Ligações Perigosas (se bem que até gosto mais de Valmont), E o vento levou…

    Muito boa esta nova categoria. Acrescentaria nela Perdas e Danos, que me incomodou tanto quanto Os sonhadores . Ah, parabéns, você foi o primeiro a apontar a ausência dos filmes nacionais na lista! Eu já tinha notado, mas acho que mereceria um tópico à parte. Somaria mais dois aí: Pequeno Dicionário Amoroso e Amores Possíveis. E dizem que A Mulher Invisível também está muito bom…
    Obrigada pela participação. Só faltou você linkar seu blog, volte depois…
    beijos

  • 17/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Dois filmes foram esquecidos, acho: Lenda da Paixão (trata de quase todos os tipos de amor) e Shakespeare Apaixonado (que une poesia com imagem-interpretação-realidade).

    Kisses, SIGRID

  • 17/06/2009 em 16:24
    Permalink

    Sigrid, Lenda da Paixão… eu não vi!!! mais um para a minha lista (depois deste tópico aqui, a lista aumentou bastante). Quanto ao Shakespeare Apaixonado, gostei bastante mas depois fiquei um pouco na bronca pois estava torcendo pela Fernanda Montenegro naquele Oscar… Mas, bem lembrado também!
    Beijos!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.